Ginecologia/Obstetrícia

Ginecologia/ Obstetrícia2018-08-13T23:19:30+00:00

Project Description

Ginecologia-Obstetrícia

Trata-se de uma especialidade médica e cirúrgica que engloba duas importante áreas da saúde da mulher, a Ginecologia e a Obstetrícia

Quando e como vai ser o meu parto?

  • O parto provocado tem maior risco para a mãe e para o bebé, não devendo ser considerado sem que haja um motivo de saúde

  • A cesariana tem maior risco para a mãe e para o bebé, não devendo ser considerada sem que haja um motivo de saúde

  • O parto normal continua a ser considerado a forma mais segura do nascimento

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A gravidez dura em média 40 semanas. Isto significa que algumas grávidas terão o parto antes e outras depois desta data. Idealmente, o parto deverá ocorrer entre as 37 semanas e as 42 semanas de gravidez. Chama-se a este período o “termo da gravidez” e os bébés que nascem neste intervalo são os que têm menos complicações nos primeiros dias de vida. Na gravidez normal aguarda-se que o trabalho de parto se inicie espontaneamente durante este período.

Antes das 37 semanas os recém-nascidos são considerados pré-termo e tem maior risco de desenvolver complicações nos primeiros tempos de vida (dificuldades respiratórias, infecções, hemorragia, etc). Estas complicações são tanto mais frequentes quanto mais precocemente ocorrer o parto. Por vezes o parto prematuro é um mal necessário, nomeadamente quando os riscos de saúde para a mãe ou para o bebé são elevados caso a gravidez continuasse.

Quando a gravidez ultrapassa as 42 semanas, aumenta progressivamente o risco de complicações para o bébé, razão pela qual se propõe a indução do parto (provocar o parto) alguns dias antes desta data. O seu médico informa-la-á quando isto acontecer.

Se a sua gravidez estiver quase a chegar às 42 semanas e não entrar espontâneamente em trabalho de parto o seu médico propor-lhe-á a indução do trabalho de parto (parto provocado), pelas razões expostas no parágrafo anterior. Nalgumas outras situações da gravidez e em certas doenças pré-existentes, pode ser também necessário induzir o parto, por vezes mesmo antes das 37 semanas. O seu médico informa-la-á se for esse o caso. O parto provocado sem ser por motivos de saúde (apenas com o intuito de programar o dia de nascimento), não é considerado boa prática médica. Isto porque está associado a maior duração e intensidade das dores do parto, maior risco de baixa oxigenação do bebé e maior probabilidade de terminar em cesariana.

A cesariana é uma cirurgia que envolve a abertura da barriga e do útero da mãe para extração do bebé. A grande maioria das grávidas não necessita de ter uma cesariana e uma baixa taxa de cesarianas é internacionalmente considerado como um indicador de boa qualidade dos cuidados de saúde. A maioria das vezes a cesariana é realizada quando o trabalho de parto não está a progredir normalmente ou quando existem sinais de que o bebé está a ser mal oxigenado. Quando isto acontece, o médico da sala de partos explicar-lhe-á a situação e propor-lhe-á a realização de uma cesariana. Por vezes desenvolvem–se complicações durante o trabalho de parto que levam a que seja necessário efectuar rapidamente uma cesariana. Nalguns casos de doenças previamente existentes ou de complicações próprias da gravidez, torna-se necessário programar uma cesariana antes do início do parto. O seu médico informa-la-á se for este o caso.

A cesariana é considerada uma cirurgia segura, sobretudo porque a maioria das mulheres grávidas são jovens e saudáveis. No entanto qualquer cirurgia tem riscos. As mulheres submetidas a cesariana têm maior risco de complicações anestésicas, hemorragia, infeção, lesões dos órgãos vizinhos ao útero e formação de coágulos nos vasos sanguíneos (trombo-embolismo) nos dias seguintes ao nascimento do bebé. Outro dos inconvenientes da cesariana manifesta-se em gravidezes futuras, onde há maior probabilidade de ocorrer uma placenta que se insere junto do canal de saída do útero (placenta prévia) e/ou de uma placenta anormalmente aderente ao útero (placenta acreta). Ambas estas situações podem causar hemorragia abundante e são perigosas para a saúde da mãe. A seguir à cesariana a recuperação é geralmente mais lenta e dolorosa do que após um parto normal. Para o bebé, a cesariana tem maiores riscos de complicações respiratórias nos primeiros dias de vida, sobretudo quando é realizada antes das 38 semanas e previamente ao trabalho de parto, e está associada a uma maior probabilidade de ocorrer diabetes e asma brônquica na infância.

A gravidez, por si só, aumenta o risco de incontinência urinária e de uma descida (prolapso) dos órgãos genitais no futuro. As mulheres cujo parto ocorre por cesariana têm um risco 40% menor de vir ter estas complicações, mas a cesariana não impede totalmente que elas ocorram.

O parto normal é uma opção clara em muitas mulheres que tiveram um parto anterior por cesariana. O seu médico avaliará a sua situação particular e transmitir-lhe-á as recomendações adequadas ao seu caso.

A maioria das grávidas tem algum receio acerca do trabalho de parto, sobretudo quando o vão vivenciar pela primeira vez. No entanto, o trabalho de parto é actualmente muito menos doloroso do que no passado, porque existem técnicas muito eficazes para aliviar as dores. Um ambiente calmo da sala de partos e a presença constante de um acompanhante contribui muito para uma experiência mais tranquila e psicologicamente mais realizadora.

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